quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Valei-me, meus pombos correios!

Almeida Rocha/Folha Imagem
Sedex perde a credibilidade


Vergonha: Nesta quarta-feira (19) completa uma semana que os
correios estão em greve. Eu já sou vítima dessa paralisação, teria que receber uma encomenda via Sedex com aproximadamente 200 folhetos para a divulgação de um acampamento que farei no feriado de 12 de outubro e até agora nada! Quem irá pagar qualquer prejuízo?

Chegam a 18 milhões as entregas que deixaram de ser feitas, isso equivale a mais de mil toneladas de correspondências acumuladas nas centrais de entrega. E o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) ofereceu 24 horas aos trabalhadores dos Correios que estão em greve, antes de analisar um pedido de uma liminar do Ministério Público do Trabalho. Estão de brincadeira, ou querem que apelamos aos "pombos correios"?

Fato que os trabalhadores dos Correios têm direitos para
reivindicar ajustes salariais e bonificações, mas já são 80% dos funcionários que aderem a esta paralisação. Mesmo com tanta tecnologia, internet e e-mails, somos dependentes a esse meio de entrega. Um amigo que trabalha numa grande editora, me falou numa conversa que em plena semana de Bienal do Livro no Rio de Janeiro, milhares de encomendas estão paradas em São Paulo. Logo, a credibilidade da empresa está sendo afetada. Bem vindo a bordo, meu amigo! Nesta maré de desrespeito e falta de educação estamos no mesmo barco.

Enfim parece que chegaram a um acordo. (
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3 comentários:

Gilmar Ferreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gilmar Ferreira disse...

Olá, eu sou a favor de paralisações, desde quando as mesmas sejam fundamentadas e que tenham motivos que as tornem necessárias, claro que quando existe uma paralisação em algum setor público, tais como: hospitais,bancos e correios,como no caso visto, precisa haver uma concientização por parte destes orgãos pois se tratam de entidades onde existem uma grande demanda, da sociedade e que o cidadão é o maior prejudicado...como sempre!!!

Marcos "Guto" Souza disse...

O debate será eterno: O direito a greve, ou o serviço de uso público? Os trabalhadores têm seu lado de reivindicações, mas eu, indiretamente, também fui afetado pela paralização.
Querendo ou não, trabalhador ou não, como disse o Gilmar aqui em cima, o cidadão é sempre o maior prejudicado. E a culpa é de quem?

Guto